✂ Recorte do dia: Greenpeace – Por um futuro com roupas livres de agentes tóxicos

DETOX

A nova campanha do Greenpeace, intitulada “Detox“, está focada em grandes marcas e famosas lojas de roupas, alertando como a moda pode afetar o meio ambiente. A organização mobilizou há pouco tempo, voluntários em 20 países para protestar nas lojas da Zara contra o uso de produtos químicos perigosos em sua linha de produção e com o mote “Toxic is so last season” (Tóxico é tão última estação) o filme Detox Fashion, produzido em parceria com o estúdio Free Range, criou uma animação em estilo mangá, tendo como alvo dessa vez as marcas GAP, Victoria’s Secret e Calvin Klein. Vale lembrar que marcas como Nike, Adidas, Puma, H&M, M&S, C&A, Li-Ning e a própria Zara já se comprometeram com a campanha criada.

E pra quem é defensor de causas ambientais e fã de anime, foi um prato cheio.

 

Veja abaixo o vídeo da campanha.

Os 8 P’s do Marketing Digital – 8º P: Precisão

Depois de pesquisar, planejar estratégias, produzir e publicar conteúdo, uma empresa tem a possibilidade de se promover e propagar-se para o seu público, utilizando uma comunicação diferenciada e personalizada. Tudo isto foi abordado ao longo dos posts específicos sobre o processo do marketing digital, tendo como material de estudo, o best seller do escritor, consultor e palestrante de marketing digital, Conrado Adolpho. Hoje o Recorte Publicitário encerra o clico deste processo, falando sobre a análise e a mensuração dos resultados alcançados que precisam ser feitos no final de toda ação planejada e executada. Chegamos então ao 8º e último P: A PRECISÃO.

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A precisão é a etapa final do processo de marketing digital, do qual uma empresa submeteu-se. É nela que são medidos todos os resultados atingidos pelas ações que foram realizadas, o que favorece o crescimento da empresa, pois é possível aproveitar os pontos positivos e descartar os que não foram bem sucedidos.

Utilizando ferramentas disponíveis para realizar a mensuração dos resultados (muitas delas gratuitas, como o Google Analytics), a empresa tem a possibilidade de medir o alcance do seu conteúdo publicado, o total de visualizações de uma postagem em uma fanpage, por exemplo. É possível também medir o número de posts, a relevância do conteúdo dos mesmos, as referencias positivas nas diferentes mídias sociais e o número de comentários feitos pelos usuários. Se uma empresa possui uma conta no Twitter, ela pode utilizar o Klout Score, uma ferramenta que mede o grau de  influencia de um perfil entre os seus respectivos seguidores.

Esta é basicamente a função da precisão: mensurar os resultados. Resultados de sites, das mídias sociais e de todo e qualquer conteúdo relacionado à empresa na internet. Após uma análise criteriosa dos dados mensurados, é possível oferecer melhores opções para que a empresa siga por um caminho mais produtivo. Atualmente, todas as ações planejadas e realizadas devem ser mensuradas após concluídas, já que assim, as chances de se repetir um erro se tornam menores.

Por fim, observa-se que no 8º P também é feita uma pesquisa, mas diferentemente do 1º, onde secundariamente se pesquisa dados deixados pelos usuários (as famosas “pegadas virtuais”) na internet, para somente depois escolher o melhor caminho a ser trabalhado, agora é realizada uma pesquisa, da qual se obtém exatamente os dados que apontam o que os usuários pensam, falam e consideram da empresa, da sua marca, dos seus produtos e/ou serviços oferecidos.

Kapture recompensa usuários por compartilhamento de fotos

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Imagine a seguinte situação: você vai ao seu restaurante favorito, olha o cardápio e faz sua escolha. Quando seu pedido chega, antes de qualquer coisa, saca o smartphone, abre o Instagram, procura o melhor ângulo e fotografa. Depois, passa mais alguns minutos escolhendo um filtro ou fazendo um ou outro ajuste, colocando uma legenda, inserindo a localização e habilitando em quais outras redes sociais a imagem irá aparecer, para, enfim, enviar. Só depois disso tudo, você volta sua atenção ao prato que motivou tudo isso. Se você já passou por essa situação, seja em uma loja, restaurante, bar, show, wherever, você já fez propaganda para alguém.

Uma propaganda que não custou nada ao serviço/marca, mas que tem um valor incalculável (só para lembrar aquele vídeo do Socialnomics, 90% dos consumidores acreditam em recomendações de amigos, enquanto apenas 14% acreditam em anúncios). E o que você recebeu em troca? Se sua resposta foi nada, provavelmente você não foi o único. Em Nova York, isso está começando a mudar com um novo serviço, o Kapture.

Em forma de aplicativo para iOS (a versão para Android está em fase de desenvolvimento), o Kapture recompensa usuários que fazem registros fotográficos dos estabelecimentos parceiros (já são mais de 300) e compartilham em redes sociais. O usuário se torna uma espécie de embaixador da marca e recebe uma retribuição instantânea em forma de descontos ou brindes.

Para os parceiros, a vantagem é que eles conseguem ter uma presença constante nas mídias sociais, com milhares de fotos sendo compartilhadas diariamente. Uma boa ideia que certamente daria muito certo por aqui também.

via Brainstorm 9.

Os 8 P’s do Marketing Digital – 7º P: Personalização

Por meio do best seller de Conrado Adolpho (Os 8 P’s do Marketing Digital), muitas etapas desse processo de comunicação já foram abordadas aqui no blog até agora. Os pontos mais importantes foram reforçados e depois de analisarmos com atenção o que/e como uma empresa deve propagar seu conteúdo, o Recorte Publicitário chega ao 7º P da lista: PERSONALIZAÇÃO. Como é possível tratar os consumidores de uma maneira individual, sem que eles se sintam apenas mais um no bando? Vamos descobrir!

Como já foi dito anteriormente, os conteúdos abordados nos 8 P’s complementam-se entre si e desta vez não é diferente. Existem duas questões que precisam ser respondidas desde o momento da pesquisa (1º P) que aparecem agora, no 7º: o posicionamento e a segmentação de mercado. Na personalização, a empresa além de segmentar o mercado, precisa também segmentar o público, lembrando sempre que, quanto mais afunilada for esta segmentação, maior será a possibilidade de ter uma comunicação personalizada. E não se esqueça: esta atual etapa envolvendo segmentação e personalização também está ligada à etapa de publicação (vista no 4º P).

A personalização cria e fortalece o relacionamento da empresa com o consumidor, considerando seus pontos característicos, seus desejos e necessidades e as experiências positivas e negativas vivenciadas anteriormente. É o tipo de estratégia utilizada na comunicação que consegue prender a atenção do consumidor e atingir resultados rentáveis e, quando se fala de personalização, para se atingir tais resultados, todas as outras etapas do marketing digital, ou seja, todos os outros P’s, precisam estar bem definidos e estabilizados.

Atualmente, as empresas têm a vantagem de terem a tecnologia como forte aliada, o que faz com o que relacionamento com seus consumidores se torne mais amplo e também que haja uma possibilidade de se comunicar com o público de todas as classes, idades e localizações. Conforme o contato e o relacionamento com o consumidor fica mais intenso, mais possível se torna a personalização desta relação e, com a utilização das ferramentas tecnológicas que estiverem disponíveis à empresa, é mais fácil solucionar os problemas e oferecer aquilo que ele esteja buscando. Com isso, é possível saber qual site determinado consumidor costuma acessar, qual o conteúdo que mais lhe desperta interesse, qual serviço ele já contratou anteriormente, quais produtos ele costuma comprar e qual a frequência com que faz as suas compras.

Empresas que possuem muitos clientes, sendo estes regularmente ativos em suas atividades de compra, necessitam ter um controle  específico de todas as informações, por isso, é recomendável o uso de ferramentas de gestão de relacionamento, chamadas de CRM (Customer Relationship Management). São essas ferramentas que facilitam a realização de negócios, promovem a fidelidade e  centralizam os produtos e serviços no consumidor final

Em resumo, é possível afirmar que a melhor solução para atender às necessidades dos consumidores, é oferecer produtos e serviços personalizados, criando assim uma relação de proximidade e satisfação. Um tratamento diferenciado permite que as pessoas adquiram mais segurança nas empresas das quais são clientes e, consequentemente, mantenham com elas um relacionamento mais forte, mais frequente e mais estável.

O poder do Marketing Viral na internet

O marketing viral é uma das melhores maneiras de atrair a atenção de consumidores em potencial para um empresa, pois além de ser realizado sem grandes custos , o impacto que ele causa pode ser extremamente positivo. Mas, para que isso aconteça, é necessário um planejamento minucioso que, quando posto em prática, não aparente ser algo forçado, indesejado ou até mesmo repugnante, ao contrário, o efeito deve ocorrer da maneira mais natural e direta possível, quem sabe até mesmo de uma forma descontraída ou involuntária. Muitas campanhas de marketing digital tiveram sucesso e atingiram os objetivos desejados por conta de um viral bem feito e é cada vez mais crescente o interesse das empresas em apostar neste tipo de estratégia.

Um viral deve visar causar uma forte repercussão,  criando o  chamado  buzz da  sua  mensagem, por meio de  uma  pessoa para  milhares de outras. Como exemplo, podemos citar o site da Nissan, que recentemente apresentou um novo modelo de carro, de uma forma em que o usuário poderia interagir com o veículo por meio da barra de rolagem. Outro bom exemplo de viralização, é a ação Take this lollipop, que coloca o perfil do Facebook de um usuário dentro de um vídeo, no qual um serial killer analisa as fotos diversas vezes e em seguida sai guiando um carro em direção à cidade informada como local onde o determinado usuário reside.

Tudo ficção, mas altamente criativo e elaborado para causar repercussão, já que os virais são sempre compartilhados em perfis de usuários nas redes sociais, o que tende a gerar uma grande cadeia de visualizações e numa velocidade que somente um canal de comunicação como a internet poderia oferecer.

Veja abaixo, um viral não muito recente, mas que foi bastante repercutido. Trata-se de uma propaganda da TNT lançada no Youtube e, de acordo com a fonte original, até a data desta postagem, o número exato de exibições é de 38.849.532. Viral demais para você?

Os 8 P’s do Marketing Digital – 6º P: Propagação

Após explanarmos e destacarmos os pontos principais da promoção dentro do processo de etapas do marketing digital, tomaremos o que foi visto como base para darmos continuidade no post de hoje, que aborda o 6º P: PROPAGAÇÃO.

A propagação dentro do marketing digital, tem como característica desenvolver o trabalho que irá aumentar os contatos sociais obtidos por uma empresa ao realizar a famosa comunicação viral. Com o intuito de criar credibilidade e reputação, os chamados whuffies (os propagadores virais do conteúdo da empresa) são a maneira mais economicamente lucrativa e eficiente de se conseguir novos consumidores e nos mais variados segmentos.

Atualmente, para que uma empresa atinja um nível de visibilidade e de lucratividade considerável na internet, ela precisa fazer seu conteúdo ser espalhado como um vírus por toda a rede. A propagação é o segredo do marketing viral, pois, quanto mais usuários forem atingidos e instigados, mais o conteúdo será disseminado para outros milhares de usuários.

 A estratégia que deve ser adotada para elevar o grau de propagação do consumidor para com o conteúdo que a empresa publica, baseia-se no princípio do Ninety Nine One (90:9:1), uma regra que divide os internautas em grupos, formando uma espécie de “ecossistema virtual”, criando assim um índice de desigualdade participativa.

Entenda melhor:

*90% dos usuários são chamados de lurkers (audiência). São os usuários que tendem a ler ou analisar algum conteúdo, mas não contribuem de maneira ativa na propagação.

*9% são conhecidos como editors (ou editores). Aqueles usuários que contribuem algumas vezes, modificando ou complementando um conteúdo já criado.

*1% são os usuários chamados de creators (criadores). Eles conduzem grande parte das atividades de uma rede social, ditando o conteúdo, formando opiniões e criando tendências.

Apesar da pouca interatividade, o percentual de usuários que mais interessam é o dos lurkers. Atingi-los e estimulá-los a propagar o conteúdo é um desafio a ser superado por diversas empresas que possuem serviços e produtos na rede. Não basta apenas que a comunicação viral seja explorada por meio de canais como o Vimeo ou YouTube, ou ainda pelas redes sociais que mais possuem usuários ativos, é muito mais importante e necessário que a propagação seja entendida em sua funcionalidade real e que a mesma depende intrinsecamente do usuário em relação ao seu conteúdo, sendo ele relevante.

Criar uma linguagem, uma comunicação viral para obter resultados favoráveis, é moldar os usuários, transformando-os em potenciais divulgadores do produto/serviço que se deseja propagar. É como criar um laço sociável, fazendo com que eles vejam interesse em fazer parte do negócio e se tornem o melhor cartão de visita da empresa para o mercado.

✂ Recorte responde: Mas, afinal, o que é Convergência Digital?

Muito se ouve falar sobre convergência digital e os seus avanços, desde que um simples celular, por exemplo, deixou de se limitar apenas a ter função de realizar e receber chamadas.  Se anteriormente, para executar várias funções na comunicação, no entretenimento e na computação, era necessário usar vários tipos de dispositivos, nos últimos anos essa realidade já é bem diferente.

Mas, afinal o que é convergência digital?

A convergência digital trata-se de um processo de integração de mídias que se convergem para interagir em um único ambiente. Telefone móvel, televisão, rádio e jornal programam-se para que aja interação e assim, transmitem suas informações em um único canal, gerando então um multicanal de comunicação. A televisão,  o rádio, o celular e a internet  aos poucos passaram a interagir de uma forma não-linear, sem que o usuário precise migrar de uma mídia para outra para efetuar os processos comunicacionais utilizando todos os recursos.

Podemos classificar a convergência digital de 2 formas:

√ Convergência sobre dispositivos: dispositivos de multifunção, que passam a fornecer mais interatividade num único meio.

√ Divergência de Plataformas:  uma mesma função passa a estar disponível em diferentes dispositivos.

O  principal desafio ainda existente na convergência digital, é sistematizar e tornar eficiente o processo de concepção e produção de aplicações e conteúdo multi-dispositivo, dos quais ainda estamos em fase de inovação por meio de um cenário crescente de dispositivos digitais, onde as empresas atuais sentem a necessidade e têm a urgência de trazer estas aplicações para os seus novos dispositivos, lançando-os no mercado.

Os 8 P’s do Marketing Digital – 5º P: Promoção

Dando continuidade à explanação do conteúdo do best seller “Os 8 P’s do Marketing Digital” (VAZ, Conrado Adolpho. 2012. Editora Novatec) o Recorte Publicitário chega hoje ao 5º P: A PROMOÇÃO. Nesse post falaremos das estratégias corretas que devem ser utilizadas por uma empresa na hora de divulgar suas atividades na internet, para obter lucro e principalmente sucesso.

É válido reforçar que os 8 P’s do marketing digital se convertem num processo estratégico, onde as etapas correspondentes a cada um dos P’s se apoiam umas nas outras. Desse modo, na fase da promoção é possível aproveitar o conteúdo que foi abordado anteriormente no 3ºP (Produção), assim como futuramente as informações deste conteúdo servirão de base para a fase da propagação, que será vista no 6º dos 8 P’s.

Se formos comparar, em relação aos outros veículos e meios de comunicação, o investimento dado à promoção através da internet possui um custo muito menor e os seus resultados e alcance são significativamente mais tangíveis e mais fáceis de se mensurar. Um ótimo exemplo que pode ser citado atualmente são as fanpages de empresas que criam anúncios promocionais com links patrocinados e, a partir daí, verificam qual desses anúncios mais atraem o público desejado.

A realidade dos dias atuais é bastante diferente dos anos em que algumas empresas faziam os olhos dos seus consumidores brilharem, através da maneira como se comunicavam. Agora,  as empresas não são mais as únicas responsáveis pela sua comunicação, pois os consumidores, principalmente os virtuais, possuem recursos para gerar uma comunicação tão relevante quanto. Muitos desses consumidores tornaram-se formadores de opinião e também potenciais geradores de mídias, ou seja, deixaram para trás o simples papel de espectadores e assumiram a postura de parceiros, já que a integração tornou-se a palavra-chave para uma comunicação eficiente de qualquer empresa no âmbito econômico digitalCom isso, é cada vez mais notável o surgimento e o crescimento dessa nova geração digital, a qual as empresas precisam estar aptas a lidar.

A promoção é uma etapa que precisa estar integrada a esse âmbito econômico digital mencionado, pois, ao contrário do ano passado, que já se configura como uma época remota dentro da era digital em que vivemos, a propaganda era adaptada partindo de uma ideia central e em seguida disseminada para outros canais de comunicação.

Em tempos modernos, exige-se uma postura comunicacional diferente, já que agora a propaganda é criada para um espaço virtual que possui uma importante característica: a convergência. As peças de uma campanha publicitária são idealizadas individualmente para cada veículo que estará envolvido no processo de comunicação e a internet possui a capacidade de convergir essa individualidade, gerando resultados mais dinâmicos.

Resumindo, é possível afirmar que na fase promocional, a empresa divulgará suas atividades para os consumidores e eles as retransmitirão. Cada promoção desenvolvida necessita ter como objetivo servir ao consumidor, porque é a partir dela que se altera o cenário social e se cria as mais variadas reações de consumo.

2012, o ano das Redes Sociais.

Não seria precipitado dizer, a pouco mais de um mês para o ano terminar, que 2012 foi realmente o ano das redes sociais. Se a gente olhar para trás, vai perceber que aconteceu muita coisa nesse meio: o Vimeo anunciou sua entrada no mercado de aluguel de vídeos via streaming e tivemos também o renascimento do MySpace. Mas não é só isso. O Facebook ultrapassou 1 bilhão de usuários, enquanto o Twitter realizou diversas mudanças.
Instagram e Pinterest demonstraram em inúmeras oportunidades que vieram para ficar. YouTube, LinkedIn, Foursquare e Google+ se mantêm firmes, enquanto é cada vez mais comum encontrarmos ações e campanhas pensadas exclusivamente para as redes sociais e seus usuários. A própria Coca-Cola decidiu lançar sua rede social para o compartilhamento de fotos, a Happy Places.

Confira abaixo um vídeo com o infográfico criado pela Lemon.ly. e que mostra o tamanho e a importância do mercado social no mundo.

Fonte: Brainstorm9

Os 8 P’s do Marketing Digital – 4º P: Publicação

A plataforma e o wireframe foram bem estruturados e o layout tem uma aparência atrativa e de fácil navegação. Sendo assim, o site da empresa enfim está pronto, certo? ERRADO! Não adianta ter um livro de páginas brancas em mãos quando se quer ler e, da mesma forma, não adianta ter um site que não tenha conteúdo. No post de hoje, com base no best seller de Conrado Adolpho, discutiremos o 4º dos 8 P’s: A PUBLICAÇÃO.

Nesta fase do minucioso processo que envolve o marketing digital, a empresa deve buscar o meio mais eficiente para criar, fidelizar e fortalecer o seu relacionamento com os possíveis clientes e com o público em geral. O desenvolvimento e a publicação do conteúdo que será disponibilizado no site e nas mídias sociais, são os caminhos mais indicados para isto, pois, não se deve limitar a criação de um site apenas ao seu “esqueleto”, é necessário que se tenha, acima de tudo, um considerável tráfego para movimentação da receita da empresa. O site da empresa vai obter destaque a partir do conteúdo que for publicado nele e por isto, é fundamental que seja utilizado um conteúdo altamente relevante.

Este conteúdo, por ser muito importante, precisa ser exclusivo e não pode, nem deve ser copiado de sites de outras empresas. A relevância está incluída no número de informações, que deve ser o maior possível, se tratando de um produto ou serviço que a empresa comercialize. Mas, vale lembrar: menos é mais, então verifique mesmo até que ponto o que será publicado terá utilidade e responderá às necessidades dos consumidores, do contrário, vai haver muita informação e pouco aproveitamento das mesmas.  O consumidor on line é conhecedor daquilo que busca, mas ele precisa ter segurança no que esta comprando e é de responsabilidade do site passar isto através da sua credibilidade. Muitas empresas se preocupam em utilizar seus sites apenas com fins promocionais, no entanto, para ter um conteúdo considerado relevante é imprescindível que o mesmo atenda as necessidades do público, fornecendo segurança  e credibilidade para enfim,  resultar numa decisão de compra agradável.

É também fundamental que o site possua uma identidade criada a partir de palavras-chaves. Através delas, todo o conteúdo oferecido  na rede (textos, imagens, áudios, vídeos e etc) é contextualizado e adequado ao perfil do usuário que busca um serviço e/ou um produto. Este mesmo usuário é que pode vir a propagar o conteúdo que buscava e que atingiu as suas expectativas, nos mais variados ambientes virtuais, como por exemplo: nas suas próprias redes sociais, o que deixará o conteúdo publicado pelo site da empresa ainda mais em evidência.

Outro ponto que requer bastante atenção na etapa de publicação é a otimização do conteúdo do site. Otimizar esse conteúdo, para que ele esteja nas primeiras posições dos buscadores, por meio das palavras-chaves que formam previamente sua identidade, fará com que o site seja encontrado mais facilmente e que o seu conteúdo passe mais credibilidade e obtenha mais chances de ser compartilhado. Uma das mais eficazes ferramentas de palavras-chaves, que pode ser facilmente utilizada é o Google AdWord, que contribui para a que a otimização de conteúdo seja feita de forma precisa.

Deve-se selecionar uma palavra-chave que seja considerada a principal e mais relevante. E é indicado que se sejam selecionadas, ao todo, entre 10 e 20 palavras-chaves, após isto, elas passarão a atuar como ferramentas que deverão ser utilizadas de maneira correta, portanto, é importante que se crie um conteúdo de alta qualidade.

Resumindo, pode-se perfeitamente dizer que, quanto mais conteúdo relevante, melhor é a classificação que o site recebe nos resultados dos buscadores. Isto gera mais credibilidade e aumenta o nível de acesso entre os usuários, além de fortalecer a credibilidade da empresa no mercado digital.

Para complementar a leitura e reforçar o que foi discutido no post de hoje, sugiro que confira abaixo um vídeo que explica como utilizar de maneira eficiente o Google Adwords. Nele é possível ter noções de como estruturar uma campanha publicitária, organizar palavras-chaves, organizar anúncios em sites e também como otimizar o conteúdo para obter relevância nos buscadores.